Segunda-feira, 2 Novembro, 2009 às 10:59 PM (PENSAMENTOS)
AU REVOIR!
Não quero ser mais clara do que isto. Não quero ter que cotinuar lutando com a segurança e coragem que eu sempre tive (não da forma como venho agindo)
Já me disseram que eu sou insegura para algumas coisas. Esses dizeres não me afetam. Mas, estou saindo da cena, sem armas e sem perguntas, porque eu tenho medo de esquecer, eu tenho medo de aceitar e até tenho medo dos vivants. Agora! E eu sempre fui corajosa o suficiente para não ter medo. MAs agora, gritos silenciosos é o que eu passarei a ouvir… vou me enfrentar! Pois é preciso..Mesmo que ainda seja doloroso. Eu não tenho mais paz.
Chega de fingir que as paredes do meu castelo são de pedras…e para isso RECORREREI À VOCÊ, MEU POTENCIAL DE FUGA! Talvez alguns venham me dizer que isso não é ser corajosa.. mas qual luta pior que pode existir se não é a que travamos com nós mesmos?
Chega de falar da minha vida… chega de falar do que sinto… chega de fingir que não sou pessimista e que assim sendo me depararei com o meu maior pessimismo…
*até qualquer dia!
“T’es beau,
T’es beau parce que t’es courageux,
De regarder dans le fond des yeux,
Celui qui te défie d’être heureux.”
Leave me in this scene
with older flowers, cause i´ll turn them in new.
i hope! i swear to my warm breath
that was given to me
a little bit
just like a little fit
and a little bit quick
please!
because i need!
yeah! i kept calm in every single time.
and know? isn´t will be different
i guess! just give me the smell flowers
and everything is gonna be… is gonna be
a little bit
just like a little fit
and a little bit quick
i swear!
because we need!
because we swear to each other!
Mas que reticente naturalidade… – de reticências convenientes e em perfeito estado diatônico.
“Posso?”… “Não precisa!”… “Sou assim!”…. “Eu sei!”
Eu disse, no sentido mais enternecedor, para mim mesma encerrando a conversa: Eu sei!
“Oi”…”Oi”
Confiei de todo espírito na infinitude de um “oi” – e toda a sua força foi dar de olhos em o mundo a ser contemplado, cheio de consciências e, principalmente, de essência.
Um “oi” como dizendo: “Eis aqui o meu mundo que ponho diante de ti. Eu! Em pessoa cheia de gritos e incitações. Ele é todo teu por poucos segundos, cheios de tudo… Antes que ele se mostre novamente fugidio”
“one, two, three, four”… “Psiu! Não conte para ninguém tá?!”….”Não preciso! Ele já sabe desde meu oi!”….”Ele sabe!”….”Eu sei!”…. “Você sabe!”…”Eu sei!”….”Mas eu não sei!”… “Sabe sim! Dei-te meu oi”….”Eu sei!”
Imagina um salão. Um salão vazio. De chão de ripas de madeiras nobres. O dia amanhecendo. Dia parado, pois o mundo agora dorme e só restou este salão que será o seu chão, a sua cama, o seu ar, o seu abraço mais terno, o seu café quente, o seu cheiro de pão fresco. E ponha cortinas. E coloque uma manhã, fruto de uma noite de chuva – agora, será ar sereno, limpo e pacífico. Você se aquece no café, alimenta-se com seu pão, acalenta-se no balanço de um abraço, respira, deita em sua cama – eis que tudo isto é do salão. Você fixa o olhar em umas das janelas entreabertas, e, por uma suave brisa, eis que é dada a vida às leves cortinas. De forma natural você diz “oi” e é nesta hora que seu mundo se abre… mas neste ponto você já sabe de tudo, mesmo sem saber de nada… é uma conversa de reticências… em que tudo é natural…e encerra a conversa com um incisivo “Eu sei!”
Eis que FEUDALYS inicia uma nova fase.
Uma fase de uma realidade única, observando vários mundos. A junção de tudo o que percorreu nesses anos, unindo-se finalmente no meu mais querido sentir. Sendo como as coisas importantes da vida: desnecessário se não inventado, porém essencial desde o momento do primeiro olhar.
Espero que apreciem este novo mundo o qual tenho a honra de vos apresentar.