PENSAMENTOS - EM AROMA DE FEIRA.
Como uma feira!!! Lógico, tudo no bom sentido.
Pessoas do interior sabem exatamente, ou deveriam saber, como é dar uma breve volta na rua em que se está acontecendo a feira. Normalmente a de sábado é a principal. Um verdadeiro ponto de encontro quer seja nas diversas barracas de pastéis ou em bancos salpicados pela praça.
Não! Não estive em feiras neste final de semana. Vi resquícios ao passar com o carro da auto-escola. Mas não, não estive em feiras.
O que me coube aqui a utilização da figura “feira” foi o retorno de ônibus. Dai irão me perguntar, o que tem o ônibus a ver com a feira? Simples. Ônibus e feiras tem pessoas e ambas estiveram presentes em um cenário interiorano. Logo, ônibus mais pessoas mais volta de final de semana com o feriado de dia das mães, feira. Feira feita de um corredor, um campo concentrado de pessoas e malas. Ou seja, feira.
Feira das 18. Não, não era as 17, mas seria bem interessante caso o horário se fizesse. Afinal, chá das 5, feira das 5 (já que estamos no interior, adaptaremos, pois).
Foi uma onda gigantesca de nostalgia. O clima de antigos amigos. De antigos festejos.
Mas há ai, nos festejos, a bebida e o eventual esquecimento. Somente isto explicaria os restos conhecidos, porém não reconhecidos.
Feira que resume anos de vidas. Une lembranças inicialmente desconexas. Lembram-se as próprias características feitas de desejos muitas vezes impulsivos. (Mas nunca fui impulsiva).
Um desejo pelos pastéis. Perguntando qual o gosto que estava a saborear nesse momento, ou qual seria o próximo a experimentar. E, depois. Depois o tão célebre banco espalhado pelo corredor.
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Nhááá
Desse eu gostei!
Obrigada, crianças minhas.