Ah! Como gostaria de escrever coisas sempre leve, ritmadas, e saltitantes – parecendo crianças a brincar nas ondas que vêm do mar. Ah! Quanto desejo neste mundo vasto mundo.
E aquele vento que vem de encontro com os rostos e cabelos quando se está naquele brinquedo-que-tem-por-finalidade-virar-cada-vez-mais-rápido, e o qual esqueci-me do nome – seria, vira-vira?! Ou roda-roda?! Realmente não me lembro. Que delicioso vento!
E o observar de uma pena que dança com esse mesmo vento, mas sem ser agitado.
Seriam desejos ou comtemplações?!
Seriam feitos da nossa busca pela beleza ou estaria lá mesmo sem serem vistas?
Pensava eu sobre o amor. Seria desejo ou contemplação? Seria feito da nossa busca incansável pela beleza ou teria latente a sua existência?
Cansei de pensar.
Ainda queria ter escrito coisas leves e envolventes, e novamente não consegui.
*ANOTAÇÕES INÚTEIS.