“- … Falando nisso, Thoolay, hoje você vai poder ir para o castelo?
- Sim! Tá vendo aquela caixa de alfafa ali? Pois então. Entrega do meu pai.
- A alfafa tá indo bem né?!
É! No inverno era sempre assim. Os senhores ficavam preocupados com a saúde e tinha toda aquela coisa de “aiaiai tenho que tomar meu chá”, como dizia Thoolay repetidamente. O chá de alfafa era muito bem quisto por todos os senhores, principalmente na época do frio. O sangue nobre parecia diluir e enfraquecer nos dias mais gelados, assim o chá o fortificava e dentro de mais ou menos dias ele já apresentava um azul mais intenso”.
Página 10 de Feudalys… Ainda de fato tenho muito o que escrever… Mas todos os sons me fazem feliz em reler e descobrir cada palavra nova que eu já havia escrito. Uma constante surpresa nesse mundo feudal!
E para vocês deixo a prévia do capítulo “Diálogos sobre precisar ver para saber”. E ele começa assim:
“Djin não precisava ver para saber. Era como ela sempre dizia a Tholay: é simples, é só olhar! Porém essa frase nunca de fato fazia sentido para ele. Os momentos de observação de Thoolay eram sempre voltados para os olhos de Djin, como querendo apreender mais sobre a magia que envolvia todas essas afirmações em forma de charadas. Afinal, o processo de aprendizado é sempre uma arte!”
E ele termina em toda a arte que há na formação da íris riscada de Djin.
PS: Perdidamente ansiosa em escrever o último capítulo! Mas deixarei por último, não só pelo fato de ter a singela denominação de “último capítulo”, mas sim para manter aceso em mim o espírito djinesco.
Saritas disse,
Sexta-feira, 5 Junho, 2009 às 3:13 PM
petiscos… =]