“Sorriam-se e entreolharam-se com aqueles sorrisos e olhares capazes de abraçar o mundo, de abraçar o infinito que há em cada instante. Eram sorrisos e olhares que pediam beijos e músicas, e retiravam toda e qualquer partitura. Só restavam notas cálidas e autossustentáveis, completas em sua inquietude, e essas lágrimas, cheias de outros sorrisos, estavam agora a beijar toda a face melodiosa”.