Tenho que deixar isso para recordação.
No momento, estou escrevendo um novo capítulo de Feudalys – o livro. Nele, Djin sai para explorar o bosque. E ela cria uma musiquinha.
“Li tivá . Uni falíti, uni tiváli. Lu tuvúe. Due falítis, due tivális”…
Eu não pensei na melodia…. Mas se algum dia virar filme/seriado, certeza que será criado uma melodia digna de Djin.
Sabe, isso me faz pensar que eu tenho que fazer um twitter.
[...]
Um trechinho do capítulo, só para dar um gostinho…[nome do capitulo? To pensando em "Due Tivális".]
“O bosque, em seu interior, desenhava um estreito e longínquo curso de terra batida. Das copas das árvores, desorientavam-se amáveis babados por sobre os mais diversos troncos carrancudos – ríspidos, sábios e imponentes por se saberem condutores da seiva vital. As folhas jovens se mantinham firmes aos berços; as velhas se dispunham em sonoridade com os gravetos para formar uma gigantesca pandeireta acolhida pelo solo. O sol vigoroso da primavera dançava por entre os da mata. Tudo possuía ânimo para Djin.”
[...]
Pensando no título, quis fazer uma pesquisa, para a possível significação. Dizendo-se repetidas vezes “Due tivális”, o som do “u” passou a ser quase o [o] e o “e” passou a ser [i]. Nisso, tem-se [doitch], parecido com “deustsch” que significa “alemão” em alemão. Sobrou o “vális”. Continuando a minha pesquisinha absurda encontrei o jogo Valis que pelo Wiki é:
“Os jogos de Valis (como eles eram conhecidos na América) contam a história de Yūko Asou, uma aluna japonesa do final dos anos 1980 que é fadada a proteger três reinos diferentes – a nossa própria Terra, a terra dos espíritos, e Vecanti o mundo dos sonhos—por usar uma espada mística chamada Valis.”
Ou seja, Valis até que tem a ver com a Djin, mesmo não havendo misticismo em Feudalys. E o Deustsch vamos supor que eu simplesmente gosto de kirsche, de schloß, do ß (óbvio) e do “trema”… então fica ai a minha singela homenagem.