[Isabelle] “É simples assim: você existe e eu te invento mais ainda.”
[Djin] “É divertido inventar. Ele já te deu uma fita lilás? A Therese disse que você precisa de uma fita pra poder inventar e não ficar triste.”
[Therese] “Está certa, minha pequena. Mas acontece que pode ser que nunca exista uma fita lilás na história. Um gesto, às vezes, já serve.”
[Djin] “Então eu quero um gesto! A fita lilás eu já tenho. Se eu ganhar um gesto, quer dizer que eu vou poder inventar dois?”
[Isabelle] “Eu não aconselho. É difícil controlar a invenção do amor.”
[Therese] “No teatro há invenções de todos os tipos, mas sabemos que são apenas representações. Djin, você só precisa aprender a distinguir.”
[Djin] “Eu sei jis..ti..gu…iii… Posso inventar dois!”
[Maapey] “É dis-tin-guir, Djin. E você não sabe fazer isso. Pare de ser dada a baboseiras.”
Maapey sempre encerrava as discussões. Ela tinha, aos 17 anos, aquele poder de ser como uma mãe, de visões práticas e concisas.
: Esse diálogo teve origem no twitter.
Uni algumas personagens mais recorrentes em meus pensamentos.
Isabelle: romântica, sonhadora e melancólica. Não faz parte do livro. Ela é dos tempos de agora.
Djin: A menina dos meus olhos do mundo feudal e que frequentemente me faz visita em qualquer momento do dia.
Therese: Atriz de Feudalys. Ensina para a Djin a magia do mundo encenado; a imaginação.
Maapey: Trabalha no castelo, e tenta mostrar para Djin uma realidade mais empírica.