C´est ça!
Seulement c´est ça!
Sans reponse!
Et, alors,
avec musique
et les temps sans temps
dans les printemps des heurs!
Seulement un ciel!
C´est ça!
Dans un infinite comme ci comme ça!
É!
Sábado, 10 Outubro, 2009 às 5:07 PM (PENSAMENTOS, poesia)
C´est ça!
Seulement c´est ça!
Sans reponse!
Et, alors,
avec musique
et les temps sans temps
dans les printemps des heurs!
Seulement un ciel!
C´est ça!
Dans un infinite comme ci comme ça!
É!
Terça-feira, 6 Outubro, 2009 às 1:10 am (DIÁRIOS., Recordações, Reflexões)
Querido Diários, Não vou mentir… estou enjoando todo dia.
Suspeito que seja algo! Algo que tira fome e me põe nervosa, e consequentemente me faz ter dores de cabeça.
Mas ninguém está interessando nisso!
E eu não estou interessada em contar as coisas que eu costumo contar… vou ver se sai uma coisinha interessante, ao menos.
Estou vendo o mundo como um pote cheio de pipoca amanhecida. Foi-se a festa da pipoca, mas algumas sobraram. E algumas pairaram no ar enquanto que outras estão em cantos escuros sem serem vistos (acima do telhado, em baixo do sofá, dentro da gaveta, na foto do porta-retrato). Só resta no cômodo o último abat-jour ligado, abatendo a última luz que teoricamente tinha que ser do dia - mas não o é!
Tem luz do dia lá fora – só lá fora -, mas a claridade ardente transforma tudo em verde e faz-me sentir essa dor latente. Fechar os olhos e sentir o sol com o vento?! Sim! Serve como o aquecimento da panela cheio de milho. Mas não!Não estoura nenhuma! – e eu estou esperando por isso, será que estou mesmo?!
Os passarinhos só reclamam mais ainda que não é tempo de pipoca, os milhos somem! E eu não sei se estou esperando o retorno dos milhos, tenho alguns em casa. To esperando o ânimo que se foi depois de longos tempos de festas de pipocas. To de ressaca! É! Isso certamente se traduz em ressaca. O organismo não está acostumado, e não processou ainda todas as informações e nem todos os quereres, além de não ter aceitado todas as pipocas murchas que foram abandonadas. De ressaca, pois estou! Maldita seja essa ressaca da pipoca que estou!
Terça-feira, 22 Setembro, 2009 às 2:25 PM (DIÁRIOS., Reflexões)
“Tentando me desemaranhar de um labirinto de ruas de uma só mão, observei mais uma vez, como deve fazer todo viajante, que o mundo é um lugar mal-arrumado. Castelos surgem perto de complexos residenciais modernos, diminutos becos medievais serpenteiam entre butiques de estilistas e montanhas românticas são acotoveladas em seus sopés sombrios complexos industriais…”
Ah como eu amo meus livros de estudo da fotografia… fotografia de cinema… E depois se eu coloco piadinhas na minha monografia ficam me desanimando… puff puff!
Agora só falta eu fazer uma adaptação do Feudalys para algum livro de fotografia que quisá será lançado..É! To gostando disso! Imagina meus artigos de fotografia?! Não são palavras minhas, a idéia dos muitos artigos que “evidentemente” escreverei é de um cara muito bacana da unicamp que foi na minha banca de qualificação… É! Acho que se bobear ele até acerta viu. Mas, sem pudores com a modéstia, de repente eu posso criar a matéria “psicologia da imagem” e dar aula disso, isso novamente não foram palavras minhas, mas com certeza isso foi com ironia. Ou não. De repente se eu for der aula, vou começar com histórias de como o céu ficou azul por causa do tal dragão ou falar sobre espaços pictóricos adaptados para a bidimensionalidade, já que “os objetos do mundo físico não são esmagados como uma abelha no pára-brisa”, não são palavras minhas de novo são do meu queridíssimo Arnheim. Ou ainda, dizer como o corpo humano é comparável a uma meia de natal, novamente palavras de Arnheim. E depois me criticam se me perguntam o que eu faria caso soubesse que iria morrer em um mês e eu prontamente e com olhos brilhando respondo: terminar a minha monografia! É devo estar as avessas com esse mundo mal-arrumado, pois quem é que pensa em monografia sabendo que vai morrer?! Meu pensamento é o seguinte: em um mês eu consigo terminar se eu correr com tudo, nem um filme e nem um livro seria viável visto que levaria mais tempo, logo, para concretizar meu legado neste mundo, já que os únicos objetos mais caros que eu tenho são meu computador e um anel de ouro de formatura do Ballet, seria bacana deixar como meu legado a minha monografia. E isso faz me lembrar de Memórias Póstumas de Brás Cubas… ok, chega de papo! Estava em um momento muito carente de estudo, principalmente depois de ver “O Espelho” de Tarkovski. E decidi prosiá!
É! A vida tem dessas coisas… “o que, o quem?!” É! Dessas coisas…